Fico feliz que te fiz rir hsauhsausahusahauhsa
Gostei de escrever essa parte, foi engraçado mesmo.
E sobre você ter falado "nossa Demi": pra mim ela é somente minha, mas eu divido com você, ta bem. E sim,ela é uma inspiração pra todos nós. Ela é meu orgulho meu bebezinho lerdo!
Fico feliz que tenha gostado do capítulo 16.
Beijemis and Stay Strong ^-^
sábado, 25 de agosto de 2012
New - Chapter Seventeen - Último
Demi: Joe, aonde está me levando? _ perguntei
pela milionésima vez desde que ele começara a me puxar _
Joe: Preciso fazer algo importante, e quero que
você esteja junto comigo.
Demi: Mas que coisa importante é essa?
Joe: Já, já vai saber.
Fomos
caminhando mais e mais até que, finalmente, vejo pra onde ele está me levando.
Estávamos indo em direção a Chelsea e seu grupinho de patricinhas irritantes.
Joe: Chelsea, precisamos conversar.
Chelsea: Amor! _ veio para beijá-lo, mas ele
virou o rosto _
Joe: Precisamos conversar.
Chelsea: Okay.
Joe
começou a caminhar para longe do grupinho me levando junto e Chelsea veio
junto, tentando toda hora segurar na mão de Joe, que soltava-a imediatamente.
Assim que chegamos a um lugar mais reservado ele começou.
Joe: Olha, desde o começo eu me perguntava o
por que de eu ter começado a namorar com você, mas nunca encontrava um motivo
se quer.
Chelsea: O que está querendo dizer?
Joe: Estou querendo dizer que acabou. Estou
terminando com você.
Chelsea: NÃO! Não pode fazer isso! Está
cometendo um erro terminando comigo!
Joe: Não, não estou.
Chelsea: Você me ama!
Joe: Não, eu amo outra pessoa.
Chelsea olhou para mim com raiva e então veio para cima de mim. Joe a
segurou e a tirou de perto.
Joe: Para!
Chelsea: Não! É culpa dessa vadia você estar
terminando comigo!
Joe: Não, não é. E não chegue perto dela! _ a
afastou de mim _ Vamos embora, Demi.
Chelsea: Não se atreva a sair daqui, Joseph!
Joe: Já era.
Joe me
puxou pela mão e me levou pra longe dela, que ficou gritando de raiva. Andamos
até chegar ao corredor do segundo andar.
Demi: Parece que ela não gostou muito de você
ter dado um fora nela. _ falei observando-a pela janela _
Joe: Ela não me importa. A única garota de que
quero saber é você.
Demi: Que? _ fitei-o _
Joe: Demi, eu amo você.
Demi: Como? Você está falando sério?
Joe: Mais sério do que nunca. Eu amo você.
Naquele dia que vi Sterling segurando sua mão e indo com você para qualquer
lugar que fosse fiquei com raiva, então fiz a burrada de ficar com Chelsea. Mas
agora que estou livre podemos ficar juntos, se você quiser, claro.
Por
um momento fiquei petrificada. O que eu mais queria que Joe dissesse ele está
dizendo agora. Vamos Demi, reaja! Diga alguma coisa!
Demi: Eu... Eu...
Joe: Olha, se não quiser,pode falar. Não vou
ficar magoado com você.
Demi: Eu quero! Claro que eu quero! _ sorrimos
_
Joe: Então não vai se importar se eu te beijar
agora, né?
Demi: Nem um pouco.
Parecia um sonho, mas
era real. Eu finalmente estava com Joe. Finalmente estava com o garoto que eu
amo muito. Para tudo estar perfeito só faltava ele me beijar. Era o que ele
faria, mas antes de pensarmos em encostar nossos lábios ouvimos alguém tossir.
Diretor: Senhor Jonas, senhorita Lovato, creio que o colégio não
seja um lugar apropriado para beijos.
Joe: É que a gente ficou junto agora, diretor, então queríamos
muito, muito nos beijar.
Diretor: Isso não importa, senhor Jonas. Isso é contra as regras
do colégio. Se não quiserem ir para detenção sugiro que mantenham uma distancia
mínima de um metro um do outros.
Demi: Como?
Joe: Como eu disse, diretor. Acabamos de ficar juntos e... _
interrompido _
Diretor: Isso não me importa nem um pouco, Jonas. Vão para a sala
antes que eu suspenda os dois.
Jemi: Okay.
Demos as mãos e fomo
caminhando para a sala, até que ouvimos o diretor falar de novo.
Diretor: E sem mãos dadas.
Rimos e fomos caminhando
para a sala de aula. O resto do dia ficamos somente trocando olhares, pois o
diretor ficou na nossa cola, garantindo que não estaríamos fazendo nada de
errado aos olhos dele.
Finalmente bateu o
sinal indicando horário de saída. Joe e eu nos encontramos lá em baixo, no
porta de entrada.
Joe: Lembra da festa na casa do Sterling? Lembra que antes e ir embora o Jun
sussurrou algo em meu ouvido?
Demi: Sim,
lembro. O que tem?
Joe: Ele me
disse para não perder mais tempo e me declarar pra você, pois você é uma das
melhores garotas do mundo.
Demi: Sério que
ele disse isso mesmo? Ai que fofo.
Joe: Sorte que
eu segui logo esse conselho, se não Sterling iria querer te roubar de mim.
Demi: Ninguém
irá conseguir me roubar de você. Eu te amo.
Joe: Eu também
te amo.
E, então, finalmente nos beijamos, selando
nosso amor nesse, aparentemente, simples toque de nossos lábios.
Bom, o que aconteceu depois? Joe me pediu em
namoro oficialmente, na frente dos meus pais. Eles adoraram e os pais deles
também. Apoiaram totalmente. Nossos amigos piraram de felicidade. Amaram a ideia
de mais um casal na turma.
Agora eu descobri que tudo isso de novo que
aconteceu comigo foi bom. Mesmo tendo as brigas com Joe, isso valeu a pena,
pois agora estamos juntos. E agora, não vamos nos separar nunca.
Fim...
"Nossa Luh, que final horrível!"
É, eu sei que está horrível, mas a inspiração ta zero. Mas agora um notícia boa! Noa web chegando! Se vierem ver o blog e umas coisas estiverem fora do lugar não estranhem, estarei mudando o visual dele.
O primeiro capítulo da nova web sai semana que vem, não percam!
Beijemis and Stay Strong ^-^
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
New - Chapter Sixteen
Depois da infeliz da Chelsea fazer um
escândalo para acabar com o jogo, fomos para a sala de TV. Todos os filmes que
pegávamos Chelsea achava algum defeito, mas então decidimos pegar um de
suspense e nem ligamos para o que ela disse. O filme era “A Órfã”.
Chelsea:
Joey, eu não quero assistir esse filme! _ reinou _
Joe:
Então vá embora.
Chelsea:
Nossa, por que ta sendo tão grosso comigo?
Joe:
Pois você veio sem ser convidada.
Chelsea:
Eu sou sua namorada, na preciso de convite.
Joe:
Você é a pessoa que mais precisa, acredite.
Seguimos então para a sala de TV. Colocamos
um colchão no chão onde Selena, Nick, Miley e Liam ficaram deitados. Sentei-me
no sofá e Joe sentou-se ao meu lado. Chelsea sentou ao lado dele. Apagamos as
luzes e começamos a ver o filme.
Apesar de ser um filme de suspense, algumas
partes davam medo, mas Chelsea ficava gritando em partes que não dava medo
algum. Em uma parte um pouquinho assustadora, segurei a mão de Joe sem querer.
Ele entrelaçou nossos dedos e me puxou mais para perto, e claro que Chelsea
percebeu. Ela ficava puxando Joe para mais perto dela e ele tentava se
esquivar, sem sucesso.
Assim que acabou o filme, fomos para a
cozinha, pois já era quase oito e meia da noite e nem havíamos jantado ainda.
Como ninguém estava a fim de cozinhar, pedimos duas pizzas. Enquanto as pizzas
não chegavam, ficamos conversando na cozinha mesmo, até que Joe chama Chelsea
para conversarem na sala. As quatro pessoas nada curiosas ficaram perto da
porta ouvindo tudo e eu, como também sou um pouco curiosa, também fiquei
ouvindo. A conversa não parecia nada amigável.
Joe: Quero
que vá embora.
Chelsea:
O que? Por quê?
Joe:
Porque hoje pretendia passar o tempo com meus amigos, e não com você.
Chelsea:
Joe, você quase nunca passa algum tempo comigo. Nós só nos vemos no colégio,
pois você nunca me chama para sair!
Joe:
Claro. Se eu te chamar você só vai ficar falando de unhas, cabelos, maquiagens
e ficará ofendendo os outros pelas costas.
Chelsea:
Eu sou assim, você devia saber quando me pediu em namoro.
Joe:
Eu só te pedi em namoro porque você ficou me pressionando. Eu nunca quis
realmente namorar com você. Eu não te amo. Nem gosto de você. Nem como
namorada, nem como amiga.
Chelsea:
Claro né, você só pensa naquela sem sal da Demetria.
Joe:
Não fale assim dela. Ela é muito melhor do que você.
Chelsea:
Então vá lá com ela.
Joe:
Devia mesmo. Ela seria uma namorada melhor que você, com certeza. _ iria sair,
mas Chelsea o segurou pelo braço _
Chelsea:
Não vá. Eu estava só brincando, e, por favor, não termine comigo.
Joe:
Por que não? Você é uma péssima namorada e não da valor a mim.
Chelsea:
Eu melhoro. Por favor, não termine comigo. Eu te amo!
Eu pensava que Joe iria recusar, claro. Ele
mesmo disse que o namoro era horrível. Pensei que ele a expulsaria de sua casa,
mas não, ele não fez isso.
Joe: _
suspirou _ Está bem, eu não termino com você. Mas vá embora. Preciso de um
descanso.
Chelsea:
Okay.
Chelsea o soltou e saiu pela porta. Eu e os
outros corremos para onde estávamos e tentamos agir naturalmente enquanto Joe
entrava.
Nick:
Onde está Chelsea?
Joe:
Mandei ela embora. Marcamos isso aqui para ficarmos com amigos e não com uma
pessoa chata e irritante como ela.
Liam:
Por que não termina com ela?
Joe:
Eu vou terminar, mas daqui a algum tempo.
Miley:
Está fazendo errado, Joe. Se você não gosta dela, o que é meio óbvio, tem que
terminar agora. Se continuar com essa coisa só vai trazer dor de cabeça para si
mesmos.
Selena:
Nossa Miley, você falou algo inteligente! _ surpresa _
Miley:
Posso ser inteligente as vezes, baby! _ mandou um beijinho _
Joe:
Deixem eu fazer do meu jeito. _ reclamou _
Demi:
É, gente. Deixem ele. Vamos comer agora. _ desconversei _
A pizza logo chegou e começamos a comer. Os
meninos faziam as piadinhas típicas e todos riam. Joe pareceu se animar mais
conforme o tempo foi passando.
(...)
Não conseguia dormir, então fui para a
varanda, sentando-me em uma das cadeiras e observando o jardim dos fundos, onde
também ficava a piscina.
Xxx:
Se sono?
Demi:
Sim, e você Joe?
Joe:
Também. _ sentou-se na cadeira ao lado _ Aquela conversa com a Chelsea me
deixou estressado.
Demi:
Deu pra perceber.
Joe:
Eu queria ter terminado com ela naquela hora, mas sei lá. O jeito com que ela
me olhou, suplicando para eu não terminar com ela... Eu consigo ser frio, mas
não todo o tempo.
Demi:
Entendo isso. Mas faça o que achar melhor, não o que os outros querem. Se
quiser terminar com Chelsea, termine, se não quiser terminar... Apenas fique
com ela.
Joe:
Obrigado. Agora vou deitar, acho que consigo dormir agora. _ levantou-se _ Vai
também?
Demi:
Vou sim. _ levantei-me _
Fomos
andando de volta para a sala e nos deitamos cada um em seu lugar.
Surpreendentemente consegui dormir logo. No dia seguinte no divertimos do mesmo
jeito e esquecemos todos os problemas.
No
final da tarde fui para casa. Amanhã era domingo e faria as lições que deixei
acumuladas nesses dias. Logo a segunda chegou. Eu estava na escola andando
normalmente pelo corredor até que uma mão me puxa.
Demi: Hey!
Xxx: Desculpa te puxar assim!
Demi: O que quer, Joe?
Joe: Quero fazer uma coisa, e quero que vá
junto comigo.
Demi: O que é?
Joe: Você verá. _ me puxou _
Deixei-me ser levada por Joe. Não sabia onde ele me levaria e nem fazia
ideia de onde poderia ser, mas vou confiar nele para me levar onde quer que
seja.
Próximo capítulo...
Oi, oi gente!Não me matem, tenho uma explicação. Eu estava muito mal e estou com infecção. Estava tomando uns quatro remédios e ainda to meio mal.
Mas agora...
HAPPY B-DAY DEM!
Nem acredito que meu brigadeirinho ta fazendo 20 anos, que emoção. To comemorando com tic-tac aqui. Olhem a pobreza.
Bom, agora vou indo. Vou tentar postar mais essa semana se eu estiver bem.
Beijemis and Stay Strong ^-^
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Mini Web - Parte 5 - Último
Nessas três semanas que se
passaram eu fiquei me martirizando. Eu poderia ter feito algo para impedi-los
de ir, impedir os três. Mas agora é tarde demais, eles se foram.
Agora eu entendo porque as pessoas
dizem que só damos valor ao que temos depois que perdemos. Eu, às vezes,
desejava que Joseph explodisse, agora... Agora apenas o que aqui do meu lado,
abraçando ou brigando comigo, tanto faz, só o quero aqui. Quero ele e meus
filhos.
Não tenho falado com ninguém. Nem com
meus pais. Não saio de casa, mal como. Fico somente sentada no sofá olhando
para o nada, como se fosse mudar alguma coisa.
O exército fez uma nova busca, desta
vez mais reforçada, mas não os acharam. Ofereceram a mim uma indenização, que é
oferecida a as famílias de um soldado que morre, mas eu não aceitei. Não queria
nada vindo deles.
Agora, que estava saindo da cozinha
com um copo de água, ouço o telefone tocar. Corro e o atendo.
----------- Ligação -----------
Demi: Alo?
Xxx: Filha? É você?
Demi: Sim, mãe. Sou eu.
Dianna: Por que não tem me ligado
nessas semanas? Aconteceu alguma coisa? Diga-me, estou preocupada.
Demi: Mãe... As crianças e
Joseph, eles... _ comecei a chorar _ Eles...
Dianna: O que foi, filha? Eles o
que?
Demi: Eles devem estar mortos. _
desabei mais ainda no choro _
Dianna: Demi, não brinque comigo.
Demi: Não estou brincando, mãe. Falaram-me
falar que atacaram a base em que eles estavam. Eles ficaram desaparecidos e
então fizeram uma busca, mas não os encontraram.
Dianna: Ai meu Deus! Não pode
ser! _ senti que ela começou a chorar também _ Como pode isso acontecer?!
Filha, como você está?
Demi: Estou acabada, mãe. Nada
faz sentido sem eles aqui comigo. Eu quero meus filhos aqui comigo, mãe... Eu
quero meu Joseph comigo!
Dianna: Venha aqui para casa,
filha. É melhor para você.
Demi: Não, vou ficar aqui. Eu
tenho que... Que...
Dianna: Filha? Filha, está aí?
Demi: Tenho que desligar, mãe.
Tchau.
------------ Ligação
-------------
Eu estava tendo uma alucinação, só
poderia ser. Não seria possível Joe e as crianças estarem entrando pela porta
da casa nesse momento, a não ser que fossem fantasmas. Me aproximei lentamente
e só dei conta de que estavam mesmo ali quando a crianças vieram correndo em
minha direção. Me abaixei e as abracei fortemente.
Bryan/Connor: Mamãe!
Demi: Filhos, eu senti tanta
saudade! _ falei deixando minhas lágrimas caírem com mais intensidade _
Connor: A gente também, mamãe!
Joe: Demi...
Demi: Joseph... _ me levantei e
fui até ele _ Seu idiota! _ comecei a socar seu peito e chorar enquanto falava
_ Como pode me dar um susto desses, hein? Não podia ligar, não?! Teria me
poupado horas me martirizando. Noites e dias inteiros de sofrimento! ARGH!
Idiota! _ batia cada vez mais forte _
Joseph: Demi, calma... _ não
parei _ Se acalma, Demi.
Demi: Me acalmar?! Sabe o quanto
eu sofri? Eu fiquei três semanas pensando que vocês estavam mortos!
Joe: Shii! O importante é que
estamos aqui agora. _ me abraçou fazendo parar de socá-lo e o abraçá-lo de volta
_ Desculpe não ter te avisado. Não se preocupe, pois vou contar tudo o que
aconteceu.
Levantou-me do chão e foi caminhando
comigo até o sofá, me colocando sentada ao se lado. As crianças vieram e
sentaram em nossos colos.
Joe: Em uma noite estávamos
dormindo normalmente, até que eu e um amigo escutamos um barulho do lado de
fora. Levantamos e fomos ver o que era. Aí que a coisa complicou. Saíram das
árvores várias pessoas, homens na verdade, todos armados. Entramos. Acordei as
crianças e fui acordar os outros também. Os soldados estavam em treinamento,
ainda. A maioria ainda tinha medo de um combate corpo a corpo, então começaram
a fugir ao invés de lutar. Vendo que não tínhamos nenhuma chance, peguei as
crianças e sai correndo. Dias depois encontramos o general, que também havia
fugido. Durante alguns dias tentamos nos localizar, pois corremos sem rumo na
noite do ataque. Encontramos uma cidade onde descansamos, comemos e, então,
viemos de ônibus, pois na cidade não havia aeroporto.
Demi: Não acredito que tiveram
que passar por isso. _ abracei os meninos _
Bryan: O papai protegeu a gente,
mamãe.
Demi: Eu sei, filho, mas mesmo
assim fiquei preocupada. Com os três. _ olhei para Joe _
Joe: Desculpe, foi minha idéia
levá-los.
Demi: Não se culpe.
Joe: Sei que não deveria, mas
mesmo assim...
Demi: Joe, por favor... Passou.
Não tem que se culpar por isso.
Joe: Okay, okay. Vou tentar.
Connor: Mamãe, to com sono. _
esfregou os olhinhos _
Demi: Own meu bebê. Vamos dormir.
_ peguei-o no colo _
O peguei no colo e fui levando para o
andar de cima, Joe levava Bryan atrás. Joe e eu voltamos para o andar de baixo
e decidi abrir uma garrafa de vinho. Abri-a e sentamos a mesa para beber.
Fiquei com o copo na mão e olhando para o nada até que Joe me chama.
Demi: O que foi?
Joe: Eu preciso falar algo a
você. Algo muito importante.
Demi: Pode falar.
Joe: Eu... Eu pensei bastante
enquanto estava lá na base. Pensei em tudo. Tudo mesmo. Eu fui um idiota todos
esses meses. Te fiz sofrer e fiz a mim mesmo sofrer. Todos essas brigas por
motivos bobos. Bom, nem todas, mas a maioria sim. Eu lhe peço minhas sinceras
desculpas, não queria que tivéssemos chegado tão longe com discussões.
Demi: Eu te desculpo, mas a culpa
também é minha. Eu que dava motivos bobos para as brigas.
Joe: Nós dois somos os culpados.
Demi: Mas agora ta tudo bem. _
nos abraçamos _
Quando nos separamos
ficamos olhando um nos olhos do outro. Ele tirou uma mecha do meu cabelo e por
atrás da minha orelha. Foi se aproximando até que nossos lábios se tocaram. Um
simples beijo, mas um milhão de sensações. Ele aprofundou o beijo e me puxou
para sentar em seu colo. Colocou as mãos em minhas coxas e as minhas coloquei
em seu cabelo, puxando-o de leve.
Ele se levantou e foi indo, comigo
ainda em seu colo, para o nosso quarto. Chegando lá me deitou na cama e
aprofundou mais ainda o beijo, para depois começar a beijar o lóbulo de minha
orelha e meu pescoço. Passei minhas mãos em seu peitoral e logo tirei sua
camisa. A minha também teve o mesmo destino.
Logo que não havia mais nenhuma peça
de roupa em nossos corpos,ele me penetrou, fazendo-me soltar um gemido alto.
Ficamos fazendo amor até altas horas da noite. Não nos cansávamos de jeito
nenhum. Mas assim que aconteceu adormeci.
----------------------------------
Acordei sentindo beijos em meu
pescoço e em meu ombro. Virei-me e abri os olhos, dando de cara com Joe.
Joe: Bom dia.
Demi: Bom dia.
Joe: Seus seios estão maiores. _
disse olhando para baixo _
Fiquei confusa e olhei para baixo, aí
então percebi que só estava coberta até a cintura, deixando meus seios a mostra.
Puxei o lençol e me cobri, corando depois.
Joe: Está com vergonha de mim,
seu marido? _ arqueou uma sobrancelha _
Demi: Faz tempo que não temos algo
intimo. Eu me desacostumei.
Joe: Pode deixar que eu te
acostumo novamente rapidinho. _ foi beijando meu pescoço _
Demi: Joe... _ falei em um gemido
_ Nós voltamos?
Joe: Teoricamente não podemos
“voltar” sendo que já estamos casados, mas se quiser usar essa sentença... Sim,
nós voltamos.
Demi: Que bom...
Depois disso recomeçamos tudo o que
fizemos a noite por várias vezes, até dar a hora de acordarmos os meninos.
Quatro meses depois
Demi: Amor, tenho algo para te contar. _ disse
animada _
Joe: Pode falar, bebê. _ me puxou
para sentar de lado em seu colo _
Demi: Acho que não poderá mais me
chamar assim.
Joe: Por que não?
Demi: Pois bebê não será eu, e
sim outra pessoinha. _ passei a mão em minha barriga _
Joe: Você ta...
Demi: Sim, eu to grávida. _ sorri
_
Joe: _ sorriu também _ Isso é
maravilhoso! De quanto tempo está?
Demi: Quatro meses!
Joe: Quatro meses e só me conta
agora? Espera aí. Se você está grávida de quatro meses já da para saber o sexo
do bebê! Vamos! Temos que marcar a consulta!
Demi: Amor, eu já sei o sexo.
Joe: Já?
Demi: Sim. Teremos nossa
menininha.
Depois disso ele sorriu e acariciou
minha barriga enquanto me beijava.
Cinco meses depois
Bryan: Mamãe, ela é muito
pequena!
Dizia assim que viu sua nova irmã,
Colleen, chegar em casa.
Demi: Logo ela cresce, filho.
Connor: Espero que sim. Quero
brincar com ela logo!
Joe: E vai, filhão. É só esperar
um pouco.
Vendo essa cena, lembro-me da época em
que eu pensava que era a mais feliz da minha vida, mas estava errada. Está sim
é a época mais feliz de minha vida. Eu e Joe não brigamos mais, ele e os
meninos voltaram para casa são e salvos e agora temos mais um membro em nossa família.
Nossa princesinha, Colleen.
Joe e as crianças são os anjos da
minha vida. Eu os amo mais do que qualquer pessoa do mundo inteiro. Não sei o
que faria sem eles, e não sei como consegui sobreviver tanto tempo sem Joe.
Joe: Eu te amo, minha vida. _ me
abraçou por trás _
Demi: E eu te amo muito, meu
amor. _ lhe dei um selinho _
E então continuamos aquele
maravilhoso momento com nossa família. Torço para que isso nunca mude, que
fiquemos em perfeita harmonia para sempre. Sem brigas, nem gritos, e nem
tristeza. Só alegria, risadas, diversão e amor. Muito amor.
Fim...
Hey guys!
Podem dizer, ficou horrível o final! Mas um pouquinho bom ficou, não é?
De qualquer jeito, desculpem a demora. Eu não estava nada bem, mas agora estou melhor.
Bom, espero que gostem.
Beijemis and Stay Strong ^-^
sábado, 4 de agosto de 2012
Mini Web - Parte 4
Alguns dias depois
Hoje era o dia em que Joe, Bryan e
Connor iriam para o Texas. Como esperado eu já estou morrendo de saudades,
mesmo antes de eles irem. Agora estávamos no aeroporto esperando dar a hora do
vôo. Estávamos sentados em alguns bancos próximos da sala de embarque.
Connor: Eu vou sentir sua falta,
mamãe! _ abraçou-me _
Demi: Oh, filho, eu também.
Sentirei muito a sua falta. _ abracei-o de volta _
Bryan: Não pode mesmo vir com a
gente mamãe?
Demi: Não filho, desculpa. Mas
vocês têm de ligar para mim, okay?
Connor/Bryan: Sim.
Auto-falante: Última chamada para
o vôo de número 724, com rumo a Houston, Texas. Passageiros, favor embarcar no
portão D.
Joe: É o nosso! _ Levantou-se _ Vamos meninos.
Levantamos e eu fui até o portão D,
acompanhando eles. Enquanto Joe levava o carrinho com as malas, eu segurava a
mão dos garotos. Chegamos ao portão e eu me abaixei, abraçando cada um deles.
Demi: Se cuidem, okay? Obedeçam a
seu pai e não façam nada de errado. _ falei tentando segurar as lágrimas _
Bryan/Connor: Okay, mamãe! _
levantei-me e me virei para Joe _
Demi: Por favor, cuide bem deles.
Não deixe Connor comer ou beber algo com muita lactose, se não a barriguinha
dele dói demais. E não deixe, de jeito nenhum, Bryan ser picado por abelhas.
Ele tem muita alergia, e...
Joe: Calma Demi. Eu sei cuidar
dos nossos filhos. Não se preocupe, está bem?
Assenti e ele veio me abraçar. Passou
seus braços fortes ao redor de minha cintura e me puxou para mais perto de seu
corpo. Uma de minhas mãos foi para o seu cabelo e a outra para o seu ombro.
Joe: Fica bem, ta? _ sussurrou em
meu ouvido _
Falei um breve “sim” e então nos
separamos. Dei mais um abraço nos nossos filhos e então eles foram.
Ainda meio triste, fui para casa.
Sentei-me no sofá e fiquei pensando, pensando em tudo. Nas crianças, em Joe, em
mim, em nós... Tudo rodando em minha cabeça.
Com isso, peguei-me pensando em Joe e
eu, quando não estávamos brigados. Antes, quando éramos realmente felizes. Ah,
essa época era maravilhosa. Vivíamos nos abraçando e nos beijando de dia, e a
noite nos entregávamos um ao outro fazendo amor.
E agora... Agora mal nos falamos.
Sinto saudades de seus lábios quentes nos meus, do jeito que ele me possuía em
nossa cama, e do jeito que ele me amava.
Honestamente, acho que ele não me ama
mais. Depois de tantas brigas, tanta raiva, nenhum sentimento deve ter sobrado.
Ele não me ama mais como eu o amo.
Dois meses depois
Nesse tempo Joe e os meninos já
vieram em visitar uma vez, e digamos que aconteceu algo inesperado. Joe e eu
nos beijamos. Sim, nos beijamos.
----------------------------------
Eu estava em nosso quarto trocando de
roupa. Quando estava apenas com o short, colocando um sutiã, Joe entra no
quarto e me vê naquele estado. Eu, por um momento, fiquei estática, mas logo
fui colocar o sutiã.
Digamos que eu e Joe não ficamos mais
tão a vontades nessas situações, afinal, não temos um momento de intimidade faz
meses.
Me virei de costas pra ele e coloquei
meu sutiã, e então, percebi que precisaria virar-me novamente para pegar a
camiseta, então assim fiz. Mas só que, desta vez, ele estava atrás de mim e
quando me virei fiquei de cara com ele.
Ele ficou me encarando e não pude
evitar encará-lo também. Sua mão foi para minha cintura, me puxando para mais
perto. Segurou meu cabelo com a outra mão e foi me puxando e aproximou meu
rosto do seu. Não resisti e deixei-me ser levada pela súbita onde de desejo que
me tomou e me fez segurar em seus cabelos com força enquanto ele juntava seus
lábios nos meus.
O beijo começou calmo e doce, para
aproveitarmos o sabor da boca um do outro. Nossas línguas se tocavam
calmamente, mas o ritmo foi mudando, ficando agressivo e desesperado. Joe
passou uma de suas mãos para minha coxa enquanto eu lhe acariciava os braços
fortes.
Quando o beijo iria esquentar mais
ainda, ouvimos a porta ser aberta. Nos separamos rápido e Bryan vinha em nossa
direção.
Bryan: Mamãe, posso comer
cookies?
Demi: Claro filho. Pega lá.
Bryan: Brigada! _ saiu do quarto
_
Olhei para Joe e então fui pegar
minha camiseta. A vesti e desci para o andar de baixo.
---------------------------------
Fora isso, não aconteceu nada de
interessante nesses dois meses. Minha rotina está um pouco entediante. Acordo,
tomo café da manhã, limpo tudo, assisto um pouco de televisão, faço meu almoço
e o como, a tarde limpo a casa, tomo banho ou faço qualquer outra coisa
entediante e a noite somente como e vou dormir. A vida sem os meninos não tem a
mínima graça.
---------------------------------
Sete meses. Sim, já passou todo esse
tempo desde que eles viajaram. Só puderam vir me visitar cinco vezes, mas mesmo
assim aproveitei cada segundos.
Hoje eles viriam me visitar mais uma
vez e ficariam dois dias. Um grande tempo, pois geralmente ficam somente um
dia. Eu estava muito ansiosa, mas já passara da quatro da tarde e nada de eles
chegarem.
Quando dera cinco e pouco da tarde vi
um homem com a farda do exército vindo em direção a casa. Pensei que era Joe,
mas quando ele ficou mais próximo vi que não era ele.
Xxx: Senhora Jonas?
Demi: Sim, e o senhor, quem é?
Xxx: Sou o 2° tenente do
exército, Mark Bresley. Eu era ajudante de Joseph Jonas na base de Houston,
Texas.
Demi: E qual o motivo de sua
vinda? _ perguntei curiosa _
Mark: A três dias atrás, rebeldes
atacaram a base, ainda não sabemos o porque.
Demi: Ah meu Deus! Joseph e as
crianças estão bem? _ perguntei, dessa vez, preocupada _
Mark: Ér, não sabemos. O tenente
Joseph e seus filhos estão desaparecidos. Nenhum dos soldados viu algum deles
nesses dias. Fizemos uma busca, mas não os encontramos. Alguns acham que eles
podem não ter sobrevivido.
Nesse momento lágrimas começaram a
cair de meus olhos. Meus filhos e Joseph estavam desaparecidos e, possivelmente,
podem não ter sobrevivido. Meu mundo caiu completamente. Agora eu não tinha
chão e nem razão para viver.
Próximo...
Gente, eu não poderei postar nos próximos dias. Estou doente e tenho que ficar em repouso. Dei uma passadinha rápida aqui para deixar vocês avisadas. Espero que entendam.
Esperam que gostem dessa parte da mini web.
Beijemis and Stay Strong ^-^
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Mini Web - Parte 3 (Mini)
Assim que as crianças saíram do
brinquedo, fomos a uma lanchonete do parque, já que alegaram estarem com fome.
Nos sentamos em uma mesa e pedimos batata frita e refrigerante.
Estava um silencio um tanto incomodo.
Talvez porque Joe e eu não sabemos sobre o que conversar se não for por brigas.
Continuamos comendo até que eu decido me pronunciar.
Demi: Meninos...
Bryan/Connor: Sim?
Demi: Eu e o pai de vocês
estivemos conversando... A próxima viajem dele será para o Texas. Já que vocês
sempre dizem que estão com saudades dele, e ele também sente saudades de vocês,
decidimos que você iram com ele.
Bryan: Jura? Eba! _ levantou os
braços comemorando _
Connor: Você vai também, mamãe?
Demi: Não filho, eu não vou.
Connor: Então eu não vou também!
Sempre foi assim. Connor é muito
apegado a mim, mais que Bryan. Se eu vou a algum lugar, ele quer ir junto, e se
eu não vou, ele não vai também.
Joe: Vamos filho. Vai ser legal!
Connor: Não vai ser legal sem a
mamãe!
Demi: Filho, você precisa passar
mais tempo com o seu pai. Você mesmo disse que queria ficar mais tempo com ele.
Connor: Mas se você não estiver
junto eu não quero ir, mamãe!
Bryan: Vem com a gente, mamãe!
Demi: Eu não posso filho.
Joe: Por que não?
Bryan: São só dois meses, mamãe!
Demi: Aí está outro problema. Não
serão apenas dois meses, será um ano. Eu não conseguiria ficar em um quartel por
todo esse tempo. Não consigo.
Joe: Mas lá você não receberá
tratamento igual aos soldados. Será igual ao meu, que é bom, por sinal.
Demi: Mesmo assim... Você sempre
soube que eu odeio quartel. Não se lembra da última vez em que eu fui viajar
com você? Quase surtei dentro daquele lugar. Todo mundo estático enquanto outro
grita com ele...
Joe: Isso é o exército, Demi.
Demi: Desculpe, mas não posso ir
com vocês.
Connor: Então eu não vou. _
cruzou os braçinhos _
Demi: É melhor você ir Connor. Um
ano passa rápido. E, além disso, seu pai disse que poderam vir me visitar de
tempos em tempos.
Connor: Mas mamãe...
Demi: Por favor, filho.
Connor: Ta bom.
Depois disso voltamos a comer e,
logo que terminamos, voltamos a nos divertir nos brinquedos. Nada de briga, nem
uma pequenina sequer.
Voltamos para casa com os meninos
adormecidos. Os trocamos e os colocamos na cama. Fomos para o nosso quarto e
também nos trocamos. Tirei a maquiagem e deitei na cama, onde Joe já se
encontrava.
Joe: Demi... _ chamou _
Demi: O que foi?
Joe: Tem certeza que ficará bem
sozinha?
Demi: Por que pergunta isso? Você
nunca se preocupou em como eu vou estar.
Joe: Eu me preocupo com você,
Demi.
Demi: Ah, faça-me o favor, Joe.
Nós dois sabemos que isso é mentira.
Joe: Não, não é. Eu me preocupo
com você sim. Não acho bom você ficar todo esse tempo sozinha.
Demi: O que lhe faz pensar que
não ficarei bem?
Joe: A saudade que vai sentir dos
meninos. Não vai agüentar ficar todo esse tempo longe deles, e você sabe disso.
Reconsidere a idéia de ir conosco.
Demi: Eu já disse que não vou
para aquela maldita base! Será que dá pra entender isso? Eu vou ficar bem aqui.
Joe: _ suspirou _ Está bem. _
virou-se para o outro lado _
Depois disso me virei também e tentei
dormir. Tarefa difícil quando se está com a cabeça ocupada pensando. Realmente
eu iria sentir saudades dos meninos, muitas saudades, mas não iria pra uma base
militar.
Próximo...
Hey guys!
Desculpem a demora e desculpem-me por essa parte ser pequena.
Espero que gostem.
Beijemis and Stay Strong ^-^
sábado, 28 de julho de 2012
Mini Web - Parte 2
Acordei novamente por causa da
luz do sol, mas desta vez não levantei prontamente, pois senti um peso sobre
mim. Era o braço de Joe que estava em minha cintura. Tirei-o calmamente de cima
de mim e levantei-me.
Me vesti com uma calça jeans, uma
sapatilha verde clara e uma regata cinza. Iria ao supermercado enquanto todos
ainda estavam dormindo.
Peguei minha bolsa, as chaves e fui
até o carro. Dirigi calmamente até a cidade e fui para o supermercado, onde comecei
pegando coisas básicas. Como manteiga, queijo, leite, biscoitos, café, carne,
pão, sucos, frutas, verduras, etc.
Como Joe acabou de chegar e deve estar
enjoado da comida do exército, peguei algumas coisas que ele gosta. Joe aprecia
beber vinho no jantar, às vezes, então, peguei uma garrafa. Peguei também
peixe, comida que ele adora. E, é claro, peguei os ingredientes para preparar os biscoitos amanteigados que ele
tanto ama.
Mais ou menos dez horas da manhã
estava de volta a casa. Guardei as compras na cozinha, preparei o café e fui
acordar os meninos. Tinha de acordar Joe também, então fui ao nosso quarto.
Demi: Joe. _ chamei sentando-me
ao lado dele na cama _ Joe, acorda. Já passou das dez da manhã.
Joe: Hum... _ se remexeu um pouco
_
Demi: Joe, levanta. Não quer
perder o café, quer?
Ele abriu os olhos lentamente e os
esfregou com a mão direita. Sentou-se e se espreguiçou.
Joe: Ai, que horas são? _
perguntou e soltou um bocejo _
Demi: Mais ou menos dez e quinze.
_ levantei-me _ O café já está servido. Vista-se e desça. _ sai do quarto _
Estava na cozinha sentada e comendo
com os meninos. Alguns minutos depois vi Joe descendo vestindo uma calça jeans,
sem camisa e descalço. Ele se sentou na cadeira vaga que havia ao meu lado e
pegou uma xícara para colocar café.
Joe: Bom dia.
Bryan/Connor: Bom dia!
Demi: Não usa mais camisa? _
perguntei calmamente _
Joe: Está calor e não estou com
vontade de usar.
Connor: Papai, papai!
Joe: Fala filho.
Connor: A mamãe disse que vai
levar a gente no parque de diversões lá na cidade!
Joe: Disse?
Bryan: Sim! E você vai junto, não
é?
Joe: Claro que vou! Vamos à
noite? _ perguntou a mim _
Demi: Lá pelas cinco e meia
sairemos daqui.
Joe: Okay.
Connor: Papai, mamãe, quando a
gente terminar de comer, vamos brincar?
Demi: A mamãe vai ter que limpar
a mesa depois que comermos, filho. Mas, que sabe, mais tarde possamos brincar.
Connor: Tudo bem. _ ficou um
pouco triste _
Joe: Não liga pra mamãe, campeão.
_ o pôs em seu colo _ Ela é chata, não gosta de brincar. Mas o papai brinca com
você depois que comermos.
Demi: Joseph, você sabe que eu
tenho que deixar tudo limpo. Não tem nada haver o fato de eu gostar ou não de
brincar com ele.
Joe: Ta bom, só to falando.
Joe desconversou. Mas se nenhum dos
meninos estivessem aqui, seria briga na certa. Ele não perde uma chance de me
irritar e me provocar. É uma tortura, mas eu agüento o máximo possível, pelos
garotos.
O resto da manhã e da tarde passou
normalmente. Mais ou menos quatro da tarde levei os meninos para o quarto para
os arrumar.
Dei banho em cada um deles e os
vesti. Em Bryan coloquei uma calça jeans clara, uma camiseta azul e um all star
preto. Já em Connor coloquei uma calça jeans azul, uma camiseta verde e uma all
star branco. Deixei-os assistindo desenho na sala e fui me arrumar.
Entrei no quarto e Joe estava
colocando seu tênis. Ele vestia uma calça jeans escura, ema regata branca com
uma blusa xadrez por cima.
Peguei uma lingerie e segui para o
banheiro. Tomei um rápido banho e voltei para o quarto enrolada na toalha, com
a lingerie por baixo. Joe ainda estava no quarto passando perfume e
desodorante.
Separei uma roupa e comecei a vesti-la.
Uma calça jeans escura, uma blusa de ombro caído cinza e uma sapatilha azul clara.
Assim como Joe, passei meu perfume e meu desodorante.
Passei uma maquiagem básica, coloquei
um colar prata e umas pulseiras também pratas. Na mão direita coloquei um anel
no dedo anelar. Na outra mão não coloquei, pois já estava com a aliança de
casamento.
Joe: Pra que se arrumar tanto? Só
vamos ao parque de diversões.
Demi: Gosto de sair arrumada.
Joe: Arrumada pra quem?
Demi: Pra mim mesma.
Joe: Uhum, sei.
Demi: Joe, por favor, não vamos
brigar esta noite. Vamos para lá para nos divertir, e não discutir.
Joe: Está bem, mas vamos logo. Já
é cinco e quinze.
Demi: só vou pegar minha bolsa.
A peguei e então descemos. Fomos para
o carro junto das crianças e seguimos para o parque. Demorou somente dez
minutos e logo chegamos. Enquanto Joe estacionava, eu e as crianças fomos
comprar as entradas.
Demi: Quatro, por favor. _ falei
pegando a carteira _
Menino: Aqui estão. _ me entregou
e eu o paguei _
Fomos para a entrada do parque e logo
vimos Joe vindo em nossa direção.
Joe: Compraram as entradas?
Demi: Sim, vamos.
Entramos e logo Bryan e Connor quiseram
ir a um brinquedo. No carrosel, mas sozinho. Eu e Joe nos sentamos em um banco
em frente ao brinquedo.
Joe: Aquele idiota ta olhando pra
você. _ falou parecendo um pouco irritado _
Demi: O que?
Joe: Aquele cara... _ apontou
discretamente para um homem na barraca de sucos _ ... Não para de olhar pra você.
Demi: Deixe que olhe.
Voltei a olhar as crianças, mas estava
incomodada com o olhar do homem. O tempo das crianças estava acabando, e o
homem desconhecido continuava a olhar.
As crianças desceram e fomos para
outro brinquedo. Desta vez escolheram o simulador. Como eu passava mal nesse
brinquedo, falei para os três irem sem mim e fiquei esperando do lado de fora.
Xxx: Oi! _ falou com um sorriso
sedutor. Era o homem que estava me encarando a uns minutos atrás _
Demi: Ér... Oi.
Xxx: Ta sozinha?
Demi: Não, eu... _ fui
interrompida _
Xxx: Eu te faço companhia. Meu
nome é Hayden, e o seu?
Demi: Demi. Prazer em conhecê-lo.
_ forcei um sorriso e estendi a mão _
Hayden: Nome belo, mas não tanto
como a dona dele. _ falou enquanto beijava minha mão _
Demi: Obrigada. _ sorri sem graça
_
Xxx: O que ta acontecendo?
Demi: Joe?
Joe: Eu. Quem é ele?
Hayden: Sou Hayden, e você?
Joe: Joe. Posso saber sobre o que
estava falando com minha mulher?
Hayden: Sua mulher?
Joe: Sim. Ela é minha mulher e
esses são nossos filhos. _ mostrou os meninos _
Hayden: Eu... Ér... Desculpa...
Eu... Tchau. _ saiu _
Quando ele saiu Joe olhou para mim e
seu olhar parecia raivoso.
Joe: O que pensa que estava
fazendo?
Demi: Só estávamos conversando.
Joe: Conversando tanto que ele
estava até beijando sua mão.
Demi: Ele foi cavalheiro, mas não
tem nada de errado nisso.
Joe: Pra você nunca tem. Deve
fazer isso todo dia.
Demi: O que está insinuando?
Joe: Que quando eu não estou em
casa você fica procurando alguém para me botar chifres.
Demi: O que?! Eu nunca fiz isso,
e nem faria, eu...
Por um momento parei e olhei para os
meninos. Estavam com carinhas tristes e Connor estava quase chorando. Me
abaixei e o peguei no colo, indo me sentar.
Demi: Não chora filho. _ falei o
abraçando fortemente _
Connor: Você e o papai estavam
brigando igual à ontem.
Demi: Não Connor. A gente só
estava tendo uma pequena discussão, nada de mais.
Connor: Não. Vocês estavam igual à
ontem. Você prometeu, mamãe. Prometeu que você e o papai não iam mais brigar.
Demi: Desta vez eu vou cumprir a
promessa, filho.
Dizendo isso eu pensei no fato de Joe
querer levar os meninos com ele para o Texas. Se eu continuasse a falar “não”,
resultaria em mais brigas, então é melhor dizer “sim” de uma vez. Não quero
mais ver Connor chorar escutando nossos gritos.
Eu fiquei ali abraçada a Connor mais
alguns minutos até que Joe chega com Bryan e senta-se ao meu lado.
Joe: Está tudo bem? _ perguntou a
Connor, que assentiu _ Então, o que acha de irmos a montanha russa?
Connor: Eu quero!
Joe: Então vamos!
Connor: Vamos mamãe! _ me puxou
pela mão _
Fomos à montanha russa para crianças,
claro. Depois dela, Connor e Bryan quiseram ir aos caminhõezinhos, então Joe e
eu ficamos os esperando do lado de fora.
Demi: Joe... _ chamei _
Joe: O que foi?
Demi: Eu estive pensando... Acho
que pode levar os meninos com você. Será bom você passar um tempo com eles...
Joe: Por que mudou de idéia?
Demi: Eu disse. Porque seria bom você
passar mais tempo com eles.
Joe: Sei que está mentindo. Qual
o real motivo?
Demi: _ suspirei _ Já é a segunda
vez que Connor nos vê brigando, e sempre chora quando acontece. Não quero ver
meu filho sofrendo, e deixá-los irem com você é um jeito de evitar brigas.
Joe: Está sugerindo uma trégua?
Demi: Não sugeri, mas seria bom
pararmos de brigar, às vezes. Pelo bem das crianças.
Joe: Está bem. Pelo bem das
crianças.
Ótimo, ao menos não verei meu filho
sofrendo mais vezes por conta de brigas minhas e de Joseph. Ele é só uma
criança, e não merece isso.
Próximo...
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Mini Web - Parte 1
Os raios de sol passando pela
cortina acordaram-me. Levantei e segui para o banheiro, tomando um banho quente
e relaxante. Voltei para o quarto e me vesti com um short jeans azul, uma
regata branca e um chinelo também branco, mas com detalhes em preto.
Arrumei a cama de casal e fui para o andar
de baixo. Mais especificamente para a cozinha, onde comecei a preparar o café
da manhã para mim e para meus filhos.
Eu tinha dois filhos. Bryan, o mais velho.
Tem quatro anos e é super animado e extrovertido. O outro é Connor, de três
anos. É um pouco mais tímido, mas super animado quando está brincando com o
irmão.
Quando terminei de preparar o café da
manhã, subi e acordei os meninos. Dei banho em cada um e os vesti com roupas de
calor. Depois disso, voltamos para a cozinha e os dois começaram a comer.
Bryan: Mamãe, o papai chega hoje?
_ perguntou comendo um cookie _
Demi: Sim, querido. Ele chega. _
respondi um tanto desanimada _
Eu era casada com Joseph Jonas. Ele é
tenente do exército e quase sempre viaja. Fica dois meses fora e uma semana ou
menos em casa. É ruim, mas agora eu quase não me importo.
De alguns meses pra cá nós só brigamos.
Por causa disso evitamos nos falar, pois não queremos discutir na frente dos
meninos.
Continuamos dormindo no mesmo quarto, na
mesma cama, mas não nos tocamos. Quando ele está em casa tenta fingir que não
me vê, assim como eu.
Connor: Mamãe, o papai vai ficar
bastante tempo em casa com a gente?
Demi: Eu não sei filho. Terá de
perguntar a ele.
Bryan: Eu quero que ele fique um
tempão! Sinto falta dele.
Connor: Eu também. Você sente
também, mamãe?
Demi: Ér... Claro querido. Eu
sinto muita falta do seu pai.
Mentir para o meu filho era horrível, eu
odiava fazer isso, mas também não posso falar a verdade. Para eles, eu e Joe
estamos mais do que bem.
Assim que terminaram o café da manhã,
foram para a sala assistir desenho enquanto eu limpava a cozinha. Depois que
terminei fui para a sala ficar junto de Bryan e Connor.
Onze e meia voltei para a cozinha e
comecei a preparar o almoço normalmente até que Bryan entra correndo.
Demi: O que foi filho? Pra que
correr?
Bryan: O papai chegou, mamãe! O
papai chegou! _ saiu correndo para fora _
Olhei pela janela da cozinha e lá fora
estava Joe caminhando em direção a casa. Ele usava um tênis preto, uma calça
jeans azul, uma camiseta branca e segurava uma mala preta.
Vi Connor e Bryan correndo em
direção a ele, que se abaixou para abraçá-los. Larguei o que estava fazendo e
fui para a porta da casa onde vi Joe novamente caminhando com os dois em seu
colo, um em cada braço.
Joe: Oi. _ deu um sorriso de
canto _
Demi: Oi. _ dei o mesmo sorriso _
Bryan: Não vai abraçar o papai,
mamãe? _ perguntou enquanto ele e Connor desciam dos braços de Joe _
Demi: Ér... Claro.
Aproximei-me e coloquei os braços ao redor
do pescoço dele, indo abraçá-lo, e ele colocou os braços em minha cintura.
Não foi um abraço muito longo, mas
foi o suficiente para sentir o perfume e o corpo que tanto me agradavam. Eu
ainda amo ele, mesmo distanciados, ainda o amo. Mas conviver com essas brigas,
não dá.
Demi: Vamos entrar. Estou quase
terminando o almoço.
Joe: Claro. _ disse enquanto
entrávamos _
Terminei o almoço e nos servimos.
Tudo estava tranqüilo Nada de brigas, pelo menos por enquanto.
Bryan: Mamãe, posso mostrar ao
papai os desenhos que eu fiz pra ele?
Demi: Agora estamos almoçando, filho.
Você mostra depois.
Bryan: Por favor, mamãe! _ fez
carinha de cachorrinho _
Joe: Traz aqui, filho. O papai
quer ver.
Bryan sorriu e saiu correndo. Típico
de Joe discordar de mim. Alguns minutos depois Bryan volta e entrega a Joe um
monte de folhas.
Joe: Estão bem legais, filho.
Quem são esses aqui? _ apontou para a folha _
Bryan: É eu, o Connor, você e a
mamãe. Somos a melhor família do mundo!
Joe: Sim, somos. _ sorriu fraco _
Quem é essa mulher chorando? _ apontou para outra folha _
Bryan: É a mamãe.
Joe: A mamãe, é? _ olhou para
mim, mas logo voltou o olhar para Bryan _
Bryan: É, eu vi ela chorando.
Joe: Hum. _ olhou para mim _
Demi: Agora senta e termina de
almoçar, filho.
Bryan: Tudo bem.
Depois do almoço Joe insistiu em me
ajudar com a louça, enquanto os meninos iam brincar lá fora. Nós os
observávamos pela janela da cozinha.
Demi: Quanto tempo irá ficar?
Joe: Uma ou duas semanas no
máximo.
Demi: Hum. Ficará fora dois meses,
igual à última vez?
Joe: Sobre isso mesmo que eu
queria falar. _ se encostou no balcão _ O general me promoveu e me colocou no
comando de uma base no Texas. Com isso ficarei fora por um ano.
Demi: Um ano?
Joe: sim. E só poderei vir para
casa em feriados, para ficar somente um dia. Não terá recessos ou emendas. Na
base treinaremos novos recrutas, e não podemos deixar de treiná-los um dia
sequer. Mas meu salário irá aumentar bastante, o que é bom.
Demi: Nossa. É bom pelo salário,
mas o tempo que ficará fora de casa...
Joe: e tem mais uma coisa. Quero
levar os meninos comigo.
Demi: O que?! Não, de jeito
nenhum!
Joe: E por que não?
Demi: Porque eles têm que ficar
aqui, na casa deles!
Joe: Eu quero ficar perto deles.
Não quero me afastar todo esse tempo.
Demi: Muito menos eu! Eles não
vão!
Joe: Eu sou o pai deles, tenho
direito de querer que eles venham comigo!
Demi: Que ótimo pai você é! Mal
fica em casa e quando viaja por dois meses só liga três vezes para saber como
estão!
Joe: Me desculpe se no exército
não nos deixam ligar todos os dias! Mas não me diga que eu sou um pai ruim,
pois eu nunca chorei na frente de nenhum deles.
Demi: Eu nunca chorei na frente
deles.
Joe: E como explica Bryan ter
visto você chorar?
Demi: Não sei. Mas sei que isso
não é algo que me torne uma mãe ruim.
Joe: Os meninos irão comigo. E não
se preocupe, pois eles serão bem cuidados.
Demi: Claro. Você vai deixá-los
coma filhinha do general, já que ela faz tudo pra te agradar.
Joe: O que está dizendo?
Demi: Eu sei que a filha do
general é louca por você e que fica se oferecendo. Você achou que eu não iria
descobrir? Você acha que eu sou idiota? HEIN, JOSEPH? VOCÊ ACHA? _ gritei
estressada _
Joe: está insinuando que eu traio
você? _ perguntou aparentemente perdendo a paciência _
Demi: Não sei. Diga-me você o que
fazem naquele quartel.
Joe: Saiba que sou fiel a você.
Demi: Quem me garante isso?
Joe: EU! EU GARANTO! _ gritou
agora me segurando com força pelos braços _
Demi: Me solta!
Joe: Não solto até colocar nessa
cabeça dura que eu sou fiel a você. Não importa se estamos brigados ou não,
nunca teria outra mulher.
Demi: Me solta, Joseph!
Joe: Não!
Demi: ME SOLTA!
Joe: NÃO! NÃO SOLTO! _ apertou
com mais força me causando dor _
Xxx: Mamãe? Papai?
Era Connor. Ele estava na porta da
cozinha olhando para a cena com os olhinhos lacrimejados. Fiz força e me soltei
de Joe, indo abraçar meu filho.
Demi: Por que não está brincando,
filho?
Connor: Queria ficar com você e
com o papai. Por que estavam gritando, mamãe?
Demi: por nada não, Connor.
Connor: O papai tava te
machucando.
Demi: Claro que não. O papai
estava indo abraçar a mamãe.
Connor: Mas ele estava com cara
braba.
Demi: Não estava, bebê. Impressão
sua. _ falei seguindo em direção a sala com ele em meu colo _ Agora a mamãe vai
assistir desenho com você.
Connor: Promete que você e o
papai não vão mais gritar um com o outro?
Demi: _ suspirei _ Prometo.
Passei o resto da tarde com as
crianças. Joseph só se juntou a nós mais tarde. Não trocamos nenhuma palavra o
resto do dia.
À noite, depois de colocarmos as
crianças para dormir, fomos para o quarto. Como já tinha tomado banho antes,
somente me troquei colocando uma camisola azul clara e me deitei, enquanto Joe
tomava banho.
Depois de colocar uma calça de
moletom preta, ele se deitou, longe de mim, claro.
Hoje havia sido um longo dia. Sinto que
amanhã guarda surpresas, assim como hoje. Então tenho que ter energia para
encará-las amanhã.
Próximo...
Espero que gostem, é minha primeira mini web ^-^
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