sábado, 26 de janeiro de 2013

Chapter Ten - Why


          Joe se via cada vez mais nervoso dentro do quarto de hotel ainda no Canadá. Tom havia mesmo pegado seu passaporte. Ele ligara para vários aeroportos, e todos diziam que para pegar um voo, mesmo que para o país vizinho, precisaria do documento.
          Sua aflição tornava-se ainda maior quando tentava ligar para o celular de Demi que estava sempre desligado ou fora da área de cobertura. Perdeu a conta de quantas vezes caiu na caixa postal.
          Quase correu quando seu celular tocou. Era Dianna.
Joe: Dianna! Tem alguma notícia de Demi? Não consigo ligar para o celular dela.
Dianna: Joe... _ ele percebeu que a voz dela estava fraca _
Joe: O que aconteceu? Está tudo bem com você?
Dianna: Comigo sim, mas...
Joe: Mas... _ incentivou-a _
Dianna: A Demi, ela... _ voltou a chorar _
Joe: O que aconteceu com ela? _ mais uma vez o desespero o atingiu _
Dianna: Antes me diga onde você está.
Joe: No hotel, no Canadá. O imbecil do Tom pegou meu passaporte e não posso viajar sem ele.
Dianna: A situação está um tanto complicada aqui, Joe.
Joe: O que aconteceu com a Demi? E com o bebe?
Dianna: A Demi está bem, mas o bebe...
Joe: Não me diga que agora é uma gravidez de risco, por favor.
Dianna: É pior Joe... _ respirou fundo _ O bebe não aguentou a pancada forte...
Joe: Não, não! Droga! _ começou a chorar _
Dianna: O pior é que Demi ainda não sabe. Ela acordou ontem, mas ninguém quis contar nada, pois ela ainda estava frágil. Achamos também que seria melhor que você contasse a ela.
Joe: Não tem como eu voltar para Los Angeles. O único jeito seria pegando um voo, mas fui “proibido”.
Dianna: Demi já chamou por você.
Joe: Por favor, diga a ela que eu a amo e que voltar para perto dela assim que for possível.
Dianna: Direi sim, mas quando você voltará?
Joe: Ainda tenho a agenda cheia de shows para um mês.
Dianna: Não tem como cancelá-los?
Joe: Vou fazer o possível.
Dianna: Está bem. Vou voltar para o hospital agora.
Joe: Está bem, me mantenha informado.
          Os dois desligaram e Joe se jogou na cama incapacitado de fazer qualquer coisa. Perdera seu bebe. O perdera e nem estava ao lado de Demi para consolá-la assim que soubesse.
          Se sentia a pior pessoa do mundo por isso. E o pior, só poderia voltar para casa daqui a um mês.
(...)
          Abrira os olhos e novamente se deparara com a luz branca em seus olhos. Acostumou-se com a claridade e os abriu completamente. Sua mãe e Eddie estavam na sala.
Demi: Mãe... _ sussurrou _
Dianna: Olá querida. Como está?
Demi: Ainda com um pouco de dor de cabeça. Cadê o Nate?
Dianna: Está com Denise e Paul.
Demi: Ele está bem?
Dianna: Claro. Melhor impossível.
          Dianna não sabia se essa era a melhor hora para contar a Demi a terrível coisa que havia acontecido ao filho que ela carregava no ventre. Sabia que seria um imenso choque.
Demi: Queria falar com Joe.
Dianna: Ele tentou ligar para você.
Demi: Onde está meu celular?
Dianna: Tivemos que levar para o conserto. No acidente ele se quebrou.
Demi: Eu já estou bem mãe. Quero ir para minha casa. Joe pode chegar a qualquer momento. Quero mostrar a ele as roupas que comprei para o nosso filho. _ sorriu passando a mão na barriga e o coração de Dianna se apertou _
Eddie: Ér... Demi... Acho melhor você ficar mais uns dias aqui no hospital. Vai ser melhor para você.
Demi: Eu já estou bem. Prefiro ficar em casa.
Eddie: Isso não envolve somente você, Demi.
Demi: Se estiverem preocupados com Nate, não há motivo. Não quebrei nada, posso cuidar dele perfeitamente.
Dianna: Sim, pode, mas...
Demi: O que, mãe? _ desconfiada _ Estão me escondendo alguma coisa, não estão?
Dianna: É complicado, filha.
Demi: Tem haver com Joe?
Dianna: Não só com ele, mas com o filho de vocês também.
Demi: Nathan? _ já se preocupou _
Eddie: Não... _ suspirou _ Mas com o bebe que você estava esperando.
Demi: Como assim “estava”?
Dianna: Filha...
Demi: Meu bebe está bem, não está? _ ninguém respondeu _ NÃO ESTÁ?!
Dianna: Querida, se acalme. Não pode se estressar.
Demi: Como eu posso me acalmar?! Vocês... Vocês estão me dizendo que... Que meu bebe... _ sentiu as primeiras lágrimas se formarem _ Meu bebe...
Dianna: Oh, querida... _ a abraçou, chorando junto com ela _ Eu sinto muito, mas não puderam fazer nada.
Demi: Meu bebe... Está morto.
(...)
          Em toda sua vida Dianna nunca tinha visto a filha sofrer como estava sofrendo agora. Antigamente, quando ela ainda sofria por Joe ou pelo tempo em que esteve na reabilitação, Demi sempre parecera forte, tentando não deixar parecer o que sentia.
         Agora, ela nem se preocupa mais em esconder, mas não aceita ajuda de ninguém. Não conversa, não come, somente cuida de seu filho discretamente e passa o resto do dia no quarto.
Dianna: Temos que fazer alguma coisa Eddie. _ falava com o marido na sala de estar da casa de Demi. Não tinham coragem de deixá-la sozinha nesta fase _
Eddie: Mas o que?
Dianna: Não sei... Alguma coisa.
Eddie: Demi não quer nossa ajuda, não quer de ninguém. A única pessoa que ela escutaria agora era Joe.
Dianna: Sim, mas parece que não estão o deixando voltar para cá.
Eddie: Uma hora ele terá que voltar.
Dianna: Ele me disse que ainda falta um mês para completar a turnê.
Eddie: Tempo demais. Se Demi ao menos quisesse atender alguma chamada do celular...
Dianna: Você acha que ela pode... Tentar algo novamente?
Eddie: Como assim?
Dianna: Tentar fazer o que ela fazia antes para se sentir melhor.
Eddie: Está falando dela voltar a se cortar?
Dianna: Ela está frágil, deprimida... Me preocupo com a possibilidade dela voltar a fazer isso.
Eddie: Demi sabe a seriedade daquilo agora. E sabe das responsabilidades que tem como mãe e mulher adulta que é. Ela não seria capaz.
Dianna: Eu acredito nisso. Ou tento acreditar.

Próximo...

Então gente, eu só queria dizer que essses últimos capítulos estão pequenos porque agora é que a verdadeira emoção vai começar, okay? Eu admito que estavam bem chatinhos esses últimos, mas acho que ospróximos iram compensar!!
Comentem , okay?
Beijos~

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Chapter Nine - The Unexpected

Oi gente.
Eu finalmente vim postar. Espero que entendam que eu estava mal mesmo. Fui tres dias seguidos ao médico. Tive enjoos, vomitos, dores fortes na cabeça e na barriga, febre e, pra piorar, me deu tosse e no domingo praticamente perdi a voz. Por causa disso tudo era bom eu não entrar no computador. Agora que estou tomando os medicamentos certinho, posso entrar. Só não digo que estou 100% ainda por causa da tosse, mas estou boa o suficientepara vir aqui postar. Espero sinceramente que não estejam chatiadas comigo. Foi algo inusitado mesmo. Mas agora vim postar. O capítulo não está muito grande, pois eu precisava parar em uma parte, mas espero que gostem mesmo assim.
Beijos.
Até mais.
Que a sorte esteja sempre a seu favor.

Chapter Nine - The Unexpected

          Seis meses! Demi finalmente completara seis meses de gestação e estava louca de ansiedade para ter seu bebe no colo.
          Ela estava mais do que feliz. Mas haviam duas coisas que faltavam para seus felicidade ser completa. 1ª Seu marido, Joe estar com ela. 2ª Descobrir finalmente qual é o sexo do seu bebe. Essas eram as únicas coisas que faltavam para sua total felicidade.
          Mas hoje ela estava com um pressentimento de que essas coisas iriam mudar. Acabara de falar com Joe pelo telefone e iria agora para o consultório de seu obstetra. Decidira ir a pé hoje. O dia estava ensolarado e perfeito para uma caminhada.
          Deixara seu filho na casa de sua mãe e seguiu andando para o escritório. Hoje as coisas iriam mudar.
(...)

          Joe estava arrumando sua mala para mudar de cidade mais uma vez. Estava no Canadá, iria para ma cidade próxima de Toronto. Esta rotina estava acabando com ele. Assim que voltasse para casa, e que Demi desse a luz, ele pediria para ela fazer uma bela de uma massagem em suas costas.
          Pensando nela, resolveu ligar para Demi. Há essa hora ela deveria estar na consulta, ou saindo dela. Resolveu arriscar e ligou. Ninguém atendeu. Ligou de novo e deu a mesma coisa.
          Estranhou isso. Demi sempre atendia o celular.
          Depois de dez minutos, tentou mais uma vez. Nada. Decidiu então ligar para o celular da mãe de Demi.
Dianna: Alo!
Joe: Dianna, aqui é o Joe!
Dianna: Ah, oi Joe! Como está?
Joe: Estou bem. Demi está aí com a senhora?
Dianna: Não, só Nathan está. Demi foi para a consulta.
Joe: Há quanto tempo?
Dianna: Mais ou menos uma hora e meia.
Joe: Faz muito tempo.
Dianna: Sim, eu sei disso. Mas ela deve estar tentando ver o sexo do bebe. Como eu sei, está bem difícil.
Joe: Sim, mas... Não acha que ela está demorando demais? Demi ligaria se fosse se atrasar. A senhora sabe que ela é assim. Eu tentei já ligar pra ela duas vezes e ela não me atendeu.
Dianna: Joe, acho que você está se precipitando. Demi foi a pé e deve estar demorando na caminhada, só isso.
Joe: Não sei não... _ suspirou e ouviu o som de um telefone tocando _
Dianna: Espere só um pouquinho Joe. O telefone de casa está tocando.
Joe: Okay.
          Joe esperou pacientemente sentado em sua cama. Estava um pouco mais tranquilo até que ouviu um grito do outro lado da linha. Aparentemente de Dianna.
Joe: Dianna? Dianna, o que houve?!
Dianna: Joe... _ ela falou chorando do outro lado da linha _
Joe: O que foi? O que aconteceu?
Dianna: Ligaram do hospital...
Joe: Aconteceu alguma coisa com alguém? _ subitamente ele sentiu uma dor no peito. Mais forte do que qualquer outra que já havia sentido _
Dianna: A Demi, ela... _ Dianna quase não conseguia falar por conta das lágrimas _
Joe: O que aconteceu, Dianna?! O que aconteceu?! _ Joe falava já morrendo de desespero _
Dianna: Ela foi atropelada. _ falou por fim _ Ligaram-me agora do hospital e disseram que o caso é grave. Estão tentando salvar ela e o bebe.
          O mundo de Joe desabou. Já passara por isso antes. Já vira sua amada entre a vida e a morte e nada fora pior. Agora, que não se tratava apenas dela, mas de seu filho também, ele não sabia o que fazer.
Dianna: Joe, está aí?
Joe: E... Estou... Por favor, diga que é mentira...
Dianna: Eu não brincaria com algo desse tipo... Eu e Eddie vamos para o hospital. Vamos saber  que está acontecendo.
Joe: Eu... Eu vou tentar ir para aí. Por favor, me mantenha informado de tudo que acontecer.
Dianna: Com certeza vou.
      E então desligaram o celular. Joe ficou apenas cinco segundos parado sem expressão, pensando que aquilo era somente ilusão de sua cabeça, mas não era. Assim que se tocou, correu para o quarto de Tom. Precisava ir embora dali.
Tom: O que é cara? _ perguntou emburrado _
Joe: Preciso ir para casa. _ Tom riu debochadamente _
Tom: Ah, claro. Vai a pé.
Joe: Você não entende. Aconteceu algo muito grave.
Tom: E o que pode ser mais grave do que você deixara turnê?
Joe: Minha mulher foi atropelada.
Tom: Nossa, melhoras pra ela. Mas agora concentre-se na turnê.
Joe: Você não ouviu?! Minha mulher que está GRÁVIDA foi atropelada hoje e está internada em estado grave!
Tom: Assim que a turnê terminar, que é daqui a um mês, você pode ir vê-la. Mas agora, concentre-se nos shows. Tem médicos cuidando dela, você não precisa estar lá.
          Isso foi à gota d’água. Explodindo de raiva, Joe segurou fortemente a gola da camisa de Tom e o levantou no ar, encostando-o na parede.  A fúria estava mais que presente no olhar de Joe.
Joe: Você é imbecil ou o que?! Minha esposa pode estar correndo risco de vida e eu estou aqui a milhares de quilômetros dela! Eu vou voltar para Los Angeles!
Tom: Não vai.
Joe: Vou sim, e vou agora. _ soltou Tom e foi saindo do quarto _
Tom: E como pretende fazer isso sem passaporte?
Joe: Como é?
Tom: Você está no Canadá. Não importa que faça fronteira com os Estados Unidos. Você precisa do passaporte para pegar um voo e, caso não se lembra, o seu está comigo. _ sorriu vitorioso _
Joe: Seu...
          Joe nem terminou de falar, partiu para cima de Tom, que logo chamou a segurança. Quando chegaram, seguraram Joe pelos dois braços.
Joe: SEU DESGRAÇADO! Você não tem coração, seu hipócrita?!
Segurança¹: O que está acontecendo aqui?
Tom: Esse louco me atacou.
Joe: O único louco que tem aqui é você! Eu não vou ficar aqui enquanto minha mulher está sofrendo em um hospital! Me larguem agora! _ se soltou e seguiu para seu quarto _
Segurança²: Tom, você está errando feio fazendo isso.
Tom: Como é?
Segurança²: Tudo o que você está fazendo um dia virá contra você.
Tom: Não estou fazendo nada de mais.
Segurança¹: Parece que está. Se não percebeu, está querendo impedir Joe de ver a mulher que está no hospital.
Tom: Ela deve estar bem.
Segurança¹: Não está. Em todas as manchetes está que Demi Lovato foi atropelada e está em estado grave em um hospital de Los Angeles.
Tom: Então ele não deve se preocupar. Com certeza ela está em um ótimo hospital com ótimos médicos.
Segurança¹: Se você diz... _ saíram do quarto _
(...)
          No hospital de Los Angeles, a família Jonas e a família Lovato estavam na sala de espera aflitos por notícias de Demi. Fazia algumas horas que ela avia sido internada e até agora não receberam nenhuma notícia.
Denise: Dianna, você falou com Joe? Ele está vindo?
Dianna: Eu falei com ele. _ disse com a voz um pouco falha pelo choro de um tempo atrás _ Ele disse que iria vir, mas não disse quando chegava.
Paul: Nathan precisará dele agora, com Demi nesse estado...
Delta: Provavelmente ele só chegue amanhã, não é mesmo? Ele está no Canadá.
Kevin: Provavelmente. Joe errou em assinar um contrato com esta gravadora que anuncia turnês inusitadas.
Nick: Com certeza. Deveria ter ficado na antiga, com a gente. Mas a vida é dele. Não poderíamos falar nada. E nem sabíamos que era assim na verdade.
Dani: Mas o que mais preocupa agora é o bebe.
Eddie: Ele tem que ficar bem, assim como Demi.
Dianna: Que Deus te ouça.
Médico: Com licença. Vim trazer notícias da paciente Demetria Jonas.
Dianna: Fale doutor. Como ela e o bebe estão?
Médico: ...

Próximo...



sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

AVISO

Olá peoples!
Aqui é a Soh, amiga da Luh.
Sei que estão esperando ela postar, mas ela não vai poder, nos últimos dias ela tem estado muito ruim, com dores na barriga e na cabeça muito fortes, e o médico dela (Idiota) disse para a mãe dela para ela não mexer no PC por um tempo que pode ser isso o que causa as dores.
Resumindo:A Luh tá mal e ela não pode postar.
Ela pediu para avisar que quando puder ela vai postar,ok?
(Até lá...Eu tenho o poder MUHAHAHA!)
Desejem melhoras a ela.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Selinho


Blogs: ( coloquei só os que eu mais leio, ta.)


Perguntas:
- Qual é seu signo? Aquário.
- Do que mas gosta em sua aparência? O que mudaria? Gosto dos meus olhos. São normais, mas gosto deles. Acho que mudaria meu nariz e meu cabelo.
- Qual foi o maior mico? Acho que quando caí na escola com todo mundo olhando, bem no primeiro dia de aula.
- O que te deixa com raiva? Quando me comparam com alguém, principalmente com a pessoa que odeio.
- Qual é a sua maior qualidade e seu pior defeito? Qualidade não sei, acho que é o fato de eu sempre querer ajudar minhas amigas quando estão tristes, sabe. Defeito é fácil. Sou ciumenta demais. Ciúmes é um problema na minha vida, e eu não consigo evitá-lo.
- Qual o assunto predileto de sua turma? Sempre falamos de livros, filmes e as vezes até de animes. Geralmente conversamos mais sobre isso.
- Pratica esportes? Sim, vôlei!!
- Que estilo de pessoa chama sua atenção? Engraçadas, com certeza.
- Qual a sua música favorita? Vish, difícil essa. Atualmente gosto mais de quatro: Turn Up The Music cantada pela Demi, Your Body da Christina Aguilera, Diamonds da Rihanna e Zombie do The Pretty Reckless. Ah, e Largadinho da Claudia Leitte. Não gosto de músicas brasileiras, mas essa ficou na minha cabeça HAHA
- E sua banda? Paramore e The Pretty Reckless.
- Qual é o filme de sua vida? Ai, acho que Jogos Vorazes... Estou em uma batalha todo dia, lutando para sobreviver e acabar com qualquer obstáculo que aparecer na minha vida.

Fatos sobre mim:
- Sou feia pra caramba.
- Fantasio coisas demais.
- Ainda tenho medo do escuro. Poisé, pareço uma criança, mas não consigo superar o medo.

Acho que é só isso.
Até o próximo capítulo gente!!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Chapter Eight - Months - Dedicado a Bah


          Hoje era um dia especial para Demi. Completara cinco meses de gestação. Exato um mês que Joe saíra em turnê. Ela acompanhava alguns shows do marido pela internet. Sempre sorrindo quando ele dizia que amava durante o show. Ele sempre fazia isso.
          Daqui a alguns minutos ela falaria com Joe pela webcam. Estava somente esperando o marido sair do banho, pois tinha feito um show meia hora atrás. Quando deu nove horas da noite em ponto, recebeu um pedido de camada de vídeo de Joe. Logo aceitou.
Joe: Oi meu amor. _ dizia do outro lado da tela. Sorriu vendo Demi e Nate abraçados _ E oi meu pequeno! Que saudades eu estou de vocês!
Demi: Também estou com saudades de você, amor. E Nate também, não é bebê? _ o pequeno olhou para o pai e estendeu os bracinhos, como se Joe pudesse pegá-lo _
Joe: Daqui a dois ou três meses estarei de volta.
Demi: Isso parece uma eternidade, Joe. Esse mês sem você passou muito devagar. _ fez biquinho _
Joe: Não faz biquinho não, morena. Infelizmente eu não posso desmanchar. _ disse e ela riu _ Sabe, eu me lembrei de uma coisa hoje...
Demi: E o que seria? _ ela sorriu _
Joe: Você completou cinco meses de gestação e, como havíamos combinado, agora poderei ser o pai super protetor. _ sorriu e ela riu _
Demi: E como pretende fazer isso a milhares de quilômetros de distancia? _ arqueou uma sobrancelha _
Joe: Não duvide de mim, meu anjo.
Demi: Está bem, meu amor.
Joe: Agora levante! Quero ver o quão linda esta sua barriga está! _ disse sorrindo _
Demi: Pode deixar! _ ela colocou o filho sentado na cadeirinha ao seu lado, levantou-se da cadeira, levantou a blusa até a barriga ficar descoberta e viro de lado, acariciando a mesma. Sua barriga havia crescido e sem dúvidas da para notar sua gravidez _
Joe: Está linda, meu amor. _ disse com vontade de chorar, tanto por emoção, quanto por não poder estar junto de sua amada _
Demi: Está quase chorando, Joe? _ estranhou, sentando-se de volta a cadeira _
Joe: Desculpe. Não consigo controlar a emoção e também a tristeza de não poder estar aí com você. Eu te amo mais que tudo e daria qualquer coisa para poder estar aí do seu lado, te abraçando e te beijando, enquanto brincávamos com nosso filho e esperávamos o outro chegar.
Demi: Oh meu amor, não fica assim. Ninguém sabe melhor do que eu o quanto está sendo difícil ficar aqui sem você, mas temos que ser fortes. Temos que pensar que logo estaremos juntos de novo.
Joe: Com você falando assim faz parecer fácil.
Demi: Sei que não é, mas, em, eu aguento. Ficar chorando por sua falta não o trará de volta.
Joe: Nisto você tem razão. _ suspirou _ De nada adiantará.
Demi: Chega de tristeza!_ disse fazendo-o sorrir _ Amor, já volto, ta?
Joe: Ei, onde voc... _ não pode continuar, ela já havia saído _
Demi: Voltei! _ disse, um tempo depois _
Joe: O que foi fazer?
Demi: Fui pegar isto. _ mostrou a ele uma barra de chocolate _
Joe: Chocolate a essa hora da noite, dona Demetria?
Demi: Eu to grávida Joe. Tenho meus desejos, dá um desconto. _ reclamou abrindo a barra e dando um pedacinho a filho, antes de abocanhá-lo _
Joe: Ta, desta vez passa. _ riu, vendo ela comer _ Agora quem ta com vontade sou eu.
Demi: Vai ficar com vontade. _ brincou _
Joe: Você é má, hein. Podia ter aberto depois que desligássemos.
Demi: Te provocar é mais legal e se uma mulher grávida tem um desejo, ele tem que ser atendido na hora.
Joe: Ui, ta bom! _ riram _ Ei, já conseguiu ver o sexo? _ perguntou interessado _
Demi: Ainda não. _ bufou _ O bebê não quer se mexer de jeito nenhum!
Joe: Eu to achando isso muito estranho, morena. _ disse bebendo um gole de seu suco _
Demi: Por que, amor?
Joe: Faz um mês que tentamos ver o sexo, e nesse um mês inteiro ele não se mexeu.
Demi: Não deve ser nada demais. Essa posição deve ser confortável para ele.
Joe: Hum, okay. Mas por via das dúvidas pergunte ao médico se não há nada de errado mesmo.
Demi: Okay, eu pergunto. Mas não fique preocupado, amor. Deve ser normal.
Joe: Okay. _ suspirou _ Amor, vou ter que sair.
Demi: Já? _ perguntou triste _
Joe: Tom já veio várias vezes aqui mandando desligar tudo. Vamos viajar amanhã às quatro da manhã para chegarmos cedo a próxima cidade.
Demi: Ah, se é assim, tudo bem. Nos falamos amanhã por telefone?
Joe: Com certeza! Beijos meu amor, eu te amo! E amo você também meu pequeno!
Demi: Também te amamos Joe! _ sorriu _ Tchau.
Joe: Tchau.
           E, então, desligaram.
(...)
          Demi acordara exatamente as sete da manhã. Decidira que trabalharia até completar sete meses de gravidez. Se só iria gravar, compor e ir a reuniões, que mal havia em trabalhar?
          Acordou seu filho e o arrumou para poder levar a creche. Depois dos dois terem tomado café da manhã e estarem prontos, ela trancou a casa e foi para o carros.
          Ao chegar a gravadora logo começou o trabalho. Ela adorava poder cantar e compor, mas estando grávida ultimamente tudo tem deixado-a cansada, com vontade de ficar deitada na cama descansando.
          Se Joe estivesse ali não a deixaria trabalhar. Faria-a descansar o dia todo e a encheria de mimos. Faria tudo o que ela quisesse e não a deixaria mover um músculo sem sua ajuda.
Demi: Ai, ai Joe... Como você faz falta... _ murmurou consigo mesma _
(...)
          Joe agora estava em uma sessão de autógrafos. Era incrível a quantidade de fãs que vieram esta hora da manhã somente para ter apenas alguns segundos de sua atenção, especialmente adolescentes histéricas.
Xxx: Eu te amo Joe! _ dizia uma delas quase chorando de emoção _ Fica comigo! Vamos fugir juntos! _ o que Joe conseguiu fazer foi apenas rir discretamente do que a menina disse _
Joe: Qual seu nome? _ perguntou para dar o autógrafo _
Xxx: É Lyla! Joe, eu te amo! Fica comigo! _ ele entregou o autógrafo a ela, que saiu dali derramando em lágrimas _
Tom: E Joe Jonas parte mais um coração! _ falou atrás dele, para somente Joe ouvir _
Joe: Cala essa boca Tom!
Tom: Só to falando que você tem mais um nome pra colocar na sua lista de corações partidos.
Joe: Seu nome é que vai entrar pra lista de caras eu já soquei.
Tom: Isso é uma violação do contrato.
Joe: Que se dane esse contrato.
Tom: Aham, ta. Mas termine logo aí. Temos mais compromissos.
(...)
          Demi estava andando pelas ruas de Los Angeles até que avistou uma loja de roupas para crianças. Adentrou-a. Nathan estava crescendo e precisava de roupas novas.
          Demi ficou quase duas uma hora e meia dentro daquela loja só escolhendo roupas para seu filho. Quando estava indo a caminho do caixa, visualizou a parte da loja onde ficavam as roupas dos recém-nascidos. Não resistiu e fora lá olhar.
          Lá havia belíssimas roupas de meninos e meninas, uma mais bonita que a outra. Demi estava muito tentada a comprar tudo, mas não sabia o sexo de seu bebe para fazer qualquer coisa.
           Mas, sendo vencida pela vontade de consumo, comprou dois tip tops brancos que o bebe poderia usar, não importava qual fosse o sexo.
          Ela completaria seis meses de gravidez dali a duas semanas. Muitas coisas poderiam acontecer nesse tempo.

Próximo...

Oi pessoal!! Como estão? Então esse capítulo é dedicado a Bah!! Continuem dando seus palpites sobre o bebe. Ningém acertou ainda hehe
Beijos~

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Mini Fic - Two Is Better Than One - Parte 4 (Final)


Eu passei uma semana inteira chorando, sempre escondida, mas às vezes minha mãe me pegava no flagra. Ela perguntava o que estava acontecendo mais eu sempre fugia de responder.
Mas hoje parece que ela deu um basta na situação e está me obrigando a falar. Ela esta comigo aqui no meu quarto, estamos sentadas em minha cama.
_ Agora me conte o que está acontecendo filha.
_ Sábado passado eu fui pra balada com a Lauren, lembra? _ ela assentiu _ Eu encontrei o Joe lá. Começamos a conversar e depois fomos dançar. Ficamos tão próximos, que nos... Nos beijamos. E depois disso a gente... A gente... A gente transou. _ sussurrei a última parte, mas minha mãe ouviu.
_ Ai meu deus, filha! Usaram camisinha?
_ Sim, usamos. Mas o motivo de eu estar assim não é por termos feito aquilo, mas sim pelo que aconteceu depois. Lauren apareceu no corredor me chamando e eu tive que ir embora, deixando o Joe lá. No dia seguinte ele mandou uma mensagem, querendo conversar comigo e nos encontramos no Starbucks. Lá foi horrível, mãe! _ voltei a chorar.
_ O que ele fez?
_ Ele não fez nada, fui eu. Eu menti. Eu disse se pra ele que aquilo não significou nada pra mim. Ele disse que gostou da primeira vez dele ter sido comigo, mas também disse que se sentia culpado por minha causa. Pois eu sempre dizia que queria que a minha primeira vez fosse perfeita.
_ E não foi boa sendo com o Joe.
_ Foi maravilhosa mãe, foi perfeita! Esse é o problema! Eu to tentando esquecer o Joe, e não posso fazer isso se dissesse a ele o quanto eu gostei.
_Você está jogando sua felicidade fora minha filha, além de estar magoando o Joe com isso.
_ É preciso magoar ele também se eu quiser esquecê-lo.
_ Talvez não devesse esquecê-lo e sim ficar com ele.
_ Ele não quer ficar comigo.
_ Como não? Ficou óbvio que ele ainda te ama. Como ele poderia querer que a primeira vez dele fosse com você sem te amar, hein?
_ Não sei, mãe. Mas ele não me ama.
_ Eu tenho certeza que ama sim e acho que você deveria ir atrás dele. Se não for para ficar com ele, pelo menos deve esclarecer tudo. Não é justo com ele você deixar parecer que a noite que tiveram não significou nada, sendo que significou tudo pra você.
_ Tudo bem, mas se eu ligar ou andar mensagem pro celular dele e óbvio que ele não irá.
_ Mande do meu, o número é novo.
_ Obrigada mãe. _ sorri _ Não sabe o quanto está me ajudando.
Peguei o celular de minha mãe e mandei uma mensagem para Joe. Estava pedindo para ele ir à noite a um restaurante que nós conhecíamos e me encontrar em uma sala privada, mas é claro que não disse que era eu. Como Joe é curioso, eu sei que ele vai.
Passei a tarde junto de minha mãe, com ela me ajudando a me arrumar. Não sei se esta conversa iria dar em algo, mas queria estar bonita de qualquer jeito. Queria ficar o mais linda possível para Joe.
_ Acho que estou pronta, mãe. _ disse me olhando no espelho.
_ Está linda minha filha. Joe com certeza vai babar por você.
Soltei uma risada e me admirei mais um pouco. Não gosto de me gabar, mas eu realmente estava linda naquele vestido. E, é claro, estava como colar que Joe me deu. Ultimamente eu ficava com ele quase o tempo todo. Era um jeito de me sentir mais próxima de Joe.
_ Espero que ele goste. _ falei meio insegura.
_ Ele vai amar.
_ Então acho que já vou indo. São 19h43min. Marquei com ele as 20h00min.
_ Okay. Vai lá. Volte com um genro pra mim, está bem?
_ ri _ Está bem mãe. Até logo.
Peguei meu carro e sai com destino ao restaurante. Meu coração quase não aguentava em batimento. Eu tentava alertar-me a não criar esperanças, dizendo que Joe poderia me odiar mais ainda por isso e nunca mais querer olhar na minha cara, mas não conseguia. Só conseguia imaginar ele falando que me perdoava e me abraçando fortemente, para depois me beijar.
Deixei o carro com o manobrista e fui em direção à sala privada. Joe estava lá, e estava lindo, mas ele ainda não havia me visto.
_ Oi. _ eu disse e ele virou, olhando pra mim assustado.
_ Demi? _ perguntou confuso _ O que faz aqui?
_ Fui eu quem te chamou aqui.
_ Ah _ revirou os olhos _ Eu já deveria saber. Adeus. _ tentou ir embora, mas eu impedi.
_ Espera, por favor. Eu só quero conversar.
_ Já conversamos tudo o que tínhamos pra conversar no domingo.
_ Não, por favor. Me escuta só por alguns minutos. Quando eu terminar pode ir embora ou fazer o que quiser, mas me escuta por pelo menos um minuto. _ implorei a ele.
_ Um minuto. _ cruzou os braços.
_ Obrigada. _ respirei fundo _ Joe, eu menti no domingo. Tudo o que eu disse na nossa conversa não era verdade. Aquela noite na boate foi a mais importante de toda a minha vida. _ disse olhando em seus olhos _ Eu não queria te magoar, mas aparentemente era preciso. Eu estava tentando te esquecer, mas não seria possível se eu dissesse a verdade. E a verdade é que... Que... _ suspirei _ Que eu te amo. Eu te amo e aquela noite foi a mais perfeita de toda a minha vida. Eu nunca teria me entregado a outro homem que não fosse você, Joe. Você é o homem que eu amo e minha primeira vez só seria perfeita se fosse com você. Eu sei que te magoei dizendo tudo, mas estou profundamente arrependida de tudo e queria, ér... Queria mais uma chance para podemos ficarmos juntos.
_ Você acha que eu vou acreditar nisso?
_ Eu já esperava que não. Mas obrigada por me ouvir. Pelo menos agora você sabe como eu me sinto. Adeus Joe.
Eu estava pronta para ir embora sabendo que seria triste pelo resto da minha vida com aquela rejeição, mas de repente sinto a mão de Joe puxando meu braço e trazendo meu corpo de encontro ao dele. Num ato rápido ele me beijou, impedindo qualquer tentativa de protesto. Mas a verdade é que eu não iria protestar. Somente joguei meus braços em torno de seu pescoço e me entreguei totalmente a beijo. Não me preocupei com mais nada além de suas mãos em minha cintura e seus lábios colados nos meus. Envolvendo-me num beijo apaixonado e intenso.
_ Aqui está a resposta. _ disse quando separamos nossos lábios _ Eu acreditei totalmente em cada palavra que você disse.
_ Jura? Não está brincando comigo, está?
_ Eu nunca brincaria com isso Demi. Eu te amo. _ senti que lágrimas de felicidade desciam por meu rosto, e desceram ainda mãos quando ele colocou uma de suas mãos para limpá-las gentilmente.
_ Mas no Starbucks você disse... Disse... _ ele me interrompeu.
_ Tudo o que eu disse foi mentira. Era tudo por causa da raiva. Eu não pensava que você diria aquelas coisas. Fiquei magoado e com raiva, então disse aquilo para me vingar de alguma forma.
_ Me desculpe. Me desculpe por ter dito aquelas coisas. _ eu disse transparecendo meu arrependimento.
_ Está tudo bem agora Demi.
_ Quando diz que está tudo bem, você quer dizer que... Que nós... _ me embolei totalmente nas palavras.
_ Se está querendo perguntar se nós voltamos, saiba que por mim voltamos sim. _ sorriu.
_ Jura? _ sorri largamente _ Quer mesmo voltar comigo?
_ É o que eu mais quero. Não sabe o quanto eu esperei por isso. _ sorriu lindamente _ Demi, quer namorar comigo de novo?
_ Quero sim, claro que quero! _ o beijei _ Vem, vamos jantar pra comemorar!
_ Espera. _ me segurou _ Quer mesmo ir jantar comigo com todas as pessoas vendo?
_Qual o problema? _ questionei.
_ As pessoas iram comentar.
_ Eu não ligo. Eu quero mais que saibam que estamos juntos de novo. Se você também quamiser, claro.
_ Quero sim. _ sorrimos _ Vamos então. _ me abraçou de lado e eu fiz o mesmo, então seguimos para uma mesa do restaurante sorrindo e sendo alvo dos olhares de todos.
O que posso dizer agora? Bem, Joe e eu declaramos para a imprensa que havíamos reatado. Todos os nossos fãs foram à loucura. Parece que eles realmente queriam “Jemi” de volta. Eu é claro que fiquei super feliz com isso, afinal, o apoio dos meus fãs é algo que não pode faltar.
Minha mãe ficou radiante quando dissemos que havíamos voltado. Ela finalmente teve o genro de volta. E eu sou muito agradecida a minha mãe, pois foi ela quem me convenceu a ir atrás do Joe e tentar tê-lo de volta.
Não sabemos o que acontecerá daqui para frente. Não podemos prever o futuro, mas sabemos que ficaremos unidos, enfrentando cada obstáculo juntos. Não sucumbiremos a qualquer fraqueza no relacionamento como fizemos na primeira vez. Desta vez estávamos mais fortes e unidos. Mais apaixonados do que nunca. Afinal, duas pessoas unidas são melhores do que uma sozinha, ainda mais com o amor sendo aliado delas.
_ Eu te amo. _ disse Joe num sussurro apaixonado enquanto me abraçava fortemente e me mantinha perto de seu corpo.
_ Eu também te amo, muito! _ retribui o sussurro, antes de juntar nossos lábios em um beijo apaixonado, demonstrando todo o meu amor por ele, e o dele por mim.

Fim.

Olá pessoal!! Como estão? Se divertiram nesse ano novo? Espero que sim. E agora eu começo o ano novo com a última parte de uma mini fic que eu sinceramente gostei muito de escrever!! Voces gostaram de lê-la? Eu percebi que voces gostaram bastante da parte dois, hein, suas safadenhas kkkkkkkk
Mas também néh, quem não gosta de um hot hehe
Semana que vem tem mais um capítulo da segunda temporada de What If!! Vces ainda não deram seus palpites!! Acham que é menina ou mais um menino? E quantos voce acham que são? hahaha
Espero que gostem desse final de mini fic e comentem bastante, okay?
Beijos ~